Split Fiscal

A automação

Automação fiscal para operar no split payment

O software que faz o cálculo de IBS e CBS nascer certo no seu ERP. O split acontece no pagamento, mas o erro nasce antes — na apuração e na emissão. Atuamos nos quatro pontos que decidem se a operação segue no regime regular ou cai no procedimento simplificado.

O problema não é recolher, é acertar o dado

A Reforma Tributária não muda só a alíquota: muda o momento em que o tributo é recolhido. Quando o IBS e a CBS são separados dentro da liquidação, a informação fiscal precisa estar certa antes de o pagamento acontecer. Não há apuração no mês seguinte para corrigir — o que foi destacado na nota é o que será segregado.

A Split Fiscal é o software que faz esse cálculo: uma plataforma de split payment que apura IBS e CBS item a item e devolve o valor ao ERP antes da emissão. Não é consultoria avulsa nem relatório no fim do mês — é o sistema operando dentro do fluxo, todos os dias.

Isso desloca o esforço fiscal para um ponto onde a maioria das empresas não tem controle fino — o cálculo item a item, considerando o enquadramento de quem emite e de quem recebe. Regime normal, Simples Nacional, imunidades e isenções alteram a alíquota efetiva, e cada um desses casos precisa estar resolvido antes da emissão.

Os quatro pontos

Do cálculo no ERP até a conciliação do valor que efetivamente entrou.

Cálculo de IBS e CBS no ERP

Motor tributário que apura item a item, considerando o enquadramento do emitente e do destinatário — regime normal, Simples Nacional, imunidades e isenções que alteram a alíquota efetiva.

Emissão consistente com o cálculo

A nota sai com os valores que serão segregados. Divergência entre o documento fiscal e o que a transação informa é o caminho direto para o §2º-A.

Integração com a plataforma de pagamento

Os dados fiscais precisam chegar ao prestador de pagamento no formato esperado. É uma integração nova, com contrato próprio, que não existia no desenho anterior.

Conciliação do líquido

O valor creditado deixa de ser o valor da nota. Baixa de título, conciliação bancária e previsão de caixa passam a trabalhar com o líquido, e a diferença precisa ser reconhecida como tributo, não como divergência.

Integração com o ERP que você já usa

Não trocamos o seu ERP. A automação conversa com o que já está em produção — SAP S/4HANA, SAP ECC, TOTVS Protheus, Oracle, Senior e outros — e atua nos pontos onde o cálculo e a emissão acontecem.

A implantação começa por um diagnóstico da operação: volume de notas, perfis de cliente, regimes envolvidos e onde hoje o dado fiscal é definido. O desenho sai desse mapeamento, não de um modelo pronto.

É esse conjunto que chamamos de automação fiscal: não um relatório a mais no fim do mês, mas o dado nascendo certo no ponto onde ele é criado.

Adequação por ERP

O desenho muda conforme onde o seu sistema decide a regra fiscal hoje.

SAP na Reforma Tributária

Em SAP, a regra fiscal costuma estar distribuída entre condições de preço, tabelas de imposto e rotinas próprias. A adequação à Reforma Tributária concentra a decisão num motor tributário externo e devolve ao SAP o valor já apurado de IBS e CBS, item a item, antes da emissão.

TOTVS Protheus na Reforma Tributária

No Protheus, o ponto de integração costuma ser o gatilho da rotina fiscal. A plataforma recebe os dados da operação, calcula IBS e CBS considerando o enquadramento das duas pontas, e devolve os valores para a nota — sem customização espalhada pelo módulo.

Oracle, Senior e outros ERPs

O mesmo princípio vale para qualquer ERP com ponto de extensão na emissão — Oracle, Senior e os sistemas próprios. A adequação à Reforma Tributária não troca o sistema: concentra o cálculo de IBS e CBS num lugar só, parametrizável quando a regulamentação mudar.

Por que 2026 é a janela

Em 2026 a CBS está em 0,9% e o IBS em 0,1%, ambos compensáveis com PIS e Cofins. É o único período em que um erro de integração custa correção, e não arrecadação.

A partir de 2027, com a CBS cheia, o mesmo erro passa a ter efeito financeiro imediato. Quem usa a fase de testes chega em 2027 com o fluxo já validado; quem não usa, valida em produção.

Preparar a empresa para o split payment, na prática, é isto: usar 2026 para integrar e testar, e chegar a 2027 com o fluxo validado em vez de validá-lo em produção.

Perguntas frequentes

Como implementar o split payment na minha empresa?

Começa por um diagnóstico de onde o dado fiscal é definido hoje: no ERP, numa customização ou na mão. Daí saem três frentes — o cálculo de IBS e CBS item a item, a emissão coerente com esse cálculo, e a integração com o meio de pagamento. A fase de testes de 2026 existe para validar as três sem risco de arrecadação.

Como adequar o ERP à Reforma Tributária?

Sem trocar de sistema. A adequação concentra a regra fiscal num motor tributário parametrizável e devolve ao ERP o valor apurado, em vez de espalhar lógica nova por customizações. Assim, quando a regulamentação mudar — e vai mudar —, muda um lugar só.

Precisa trocar de ERP?

Não. A plataforma atua sobre o ERP existente — SAP S/4HANA, SAP ECC, TOTVS Protheus, Oracle, Senior e outros — nos pontos de cálculo, emissão e conciliação. Troca de sistema é projeto de outra natureza e não é pré-requisito.

Como fica a conciliação com o split payment?

O valor creditado deixa de ser o valor da nota: entra o líquido, já sem IBS e CBS. A baixa de título e a conciliação bancária precisam reconhecer essa diferença como tributo, não como divergência — e é por isso que a conciliação entra no escopo, e não só o cálculo.

Qual o impacto do split payment no fluxo de caixa?

O tributo deixa de passar pelo caixa. Hoje a empresa recebe o valor cheio e recolhe depois; no split payment, a parcela de IBS e CBS sai na liquidação. Não muda a carga, muda o momento — e é essa antecipação que a previsão de caixa precisa absorver. O simulador mostra a ordem de grandeza.

Quanto tempo leva a implantação?

Depende do volume de notas, da quantidade de regimes envolvidos e de quão centralizado está o cálculo hoje. Operação com a regra fiscal espalhada em vários pontos leva mais tempo que operação com um ponto único de decisão. O diagnóstico inicial responde isso antes de qualquer compromisso.

Serve para empresa do Simples Nacional?

O enquadramento do emitente e do destinatário altera a alíquota efetiva, e o Simples é um dos casos que o motor precisa tratar. O desenho muda conforme o perfil da operação.

Quer ver isso na sua operação?

Uma conversa de 30 minutos com um especialista fiscal para mapear onde a sua operação sente o split payment — sem compromisso.